Com Russell Crowe e Meg Ryan, o filme “Prova de Vida” parece mais uma ficção do cinema, mas é o fiel retrato de um seguro que não pára de crescer; o seguro anti-sequestro. Quem tem não fala. Quem vende se esconde. Por ser ilegal no Brasil, a estimativa é de que existem mais de 10.000 apólices contratadas por brasileiros no exterior. Quem é contra, sustenta que além de tipificar evasão de divisas, esse contrato é nulo, já que o risco do seguro está relacionado a ato ilícito praticado pelo beneficiário (seqüestrador). Nos EUA esse seguro é legal e o segmento apelidado de “K&R” (kidnapping, ramsom and extorsion insurance) é adotado por 60% das suas 500 maiores empresas. As coberturas variam de 1 a US$ 25 milhões e o custo do seguro para a cobertura de US$ 1 milhão fica em torno dos US$ 3,5 mil. São garantidos pagamentos de resgates, salários perdidos, morte, amputação de membros, custo de viagem para família e amigos, além de acompanhamento psicológico e gerenciamento de crise. Mesmo legalizado, as empresas brasileiras temem de que ao lançar esse produto sejam acusadas de contribuir com o aumento da criminalidade. Outro obstáculo é o “modus operandi”. Quem paga quer dominar a cena do crime. Assim que um cliente é capturado, a seguradora assume as negociações e em alguns casos dá uma de polícia e corre atrás dos bandidos. O negócio é tão sigiloso que parece virtual. Na maioria das vezes as autoridades só tomam conhecimento do crime quando o refém é solto. O Ministério das Relações Exteriores detalha em seu site uma conversa entre o Governo Brasileiro e a seguradora que conduzia as negociações do seqüestro do brasileiro João José Vasconcelos, engenheiro da construtora Odebrecht em 2005 no Iraque. Chegamos a uma ponto que para diminuir o insuportável sentimento de insegurança por conta de uma criminalidade assustadora fomentada por leis extremamente brandas, até o ilegal está se tornando viável.
acredito que iria aumentar, pois avaliamos hoje o parametro de que os Bandidos na maioria das vezes estão tendo tecnologias mais avançadas do que quem estar a nos proteger, e neste momento, entra a condição de que vá se por limite na vida do sequestrado, pois a seguradora é quem irá fazer a negociação e eis a questão de estarmos tratando de dinheiro, este é o jogo, e caberia a seguradora avaliar custos. por exemplo, o seguro contratado seja de 25 milhões, eis que os custos e o pedido solicitado seja de 100 milhões. assim, pensando na condição da seguradora o que iria acontecer era ela se afastar da negociação e ou de imediato pagar o seguro sem a recuração do sequestrado em vida, porém, o por que que aumentaria a criminalidade estar imbutida dentro do processo, pois quem faz esse tipo de seguro o que quer resguardar? e nesse momento entra a criminalidade, pois negociações subterfujas estarão acontecendo, desta forma, as informações deixarão de ser sigilosas e passarão a ser de conhecimento dos bandidos e estes podem também se sentirem atraídos por estes propósitos.
ResponderExcluirNa minha opinião,havendo este seguro no Brasil iria aumentar o numero de sequestros,uma vez que,este assunto deixaria de ser tão sigiloso como ainda é hoje.Isto porque,infelizmente moramos num país onde a corrupção é algo predominante em todos as classes e areas profissionais estamos cansados de ver o vazamento de informações importantes por troca de favores ou até mesmo de valores e neste caso do seguro anti sequestro não seria muito diferente, com certeza quadrilhas infiltrariam pessoas dentro das seguradoras para ter informações sobre tais apolices.
ResponderExcluirAo meu ver este tipo de seguro acabaria se tornando mais um tipo de sustento certo e líquido para quadrilhas criminosas.As quais geralmente se utilizam deste resgates para financiar o crime organizado .
Haverá é redução.
ResponderExcluirAssim como toda forma de violência e crime, os sequestros aumentam pela boa chance de sucesso e impunidade. Eles não acontecem e nem aconteceriam porque existem pessoas garantidas por apólices.
O que mede a investida dos criminosos em qualquer delito é o risco de serem descobertos pelo quanto eles conseguem de ganho. Não importando de onde vem ou, no caso, de quem paga o resgate.
A atividade criminosa migra de um tipo de delito a outro dependendo da facilidade de ação, da falta de organização da polícia e da inocência da sociedade.
É assim : a ocasião faz o ladrão.
Os assaltos a bancos foram muito mais frequentes há décadas atrás. E ninguém roubava por saber se os valores estavam ou não segurados. As agências com portas escancaradas e dinheiro em todos os guichês eram o fatores de análise de risco. Hoje a porta é giratória, o alarme é monitorado, o vigia é blindado, a polícia mais efetiva e o dinheiro, de plástico ou virtual. Findou a atividade.
Os sequestros já foram mais "usuais". Mas daí veio uma legislação mais dura. A delegacia especializada. A imprensa acompanhando. E os cidadãos com mais cuidado. Até os guarda-costas.
O que o filme do Russel Crowe mostra é que o "seguro-sequestro" é utilizado mais como uma garantia aos executivos que são transferidos para áreas inseguras do mundo. Onde o crime impera por conta da ineficiência da polícia e das leis.
O seguro não atrai ou fomenta a ação criminosa, seja ela sequestros, roubo de valores ou - agora - crimes cibernéticos. Ele - em primeira análise - minimiza o efeito devastador e o transtorno que estes crimes proporcionam.
A atividade securitária, em profundidade, sempre alavanca o desenvolvimento de ações e procedimentos que diminuem verdadeiramente o risco. Veja o quanto já evoluiu o serviço das transportadoras no país: Monitoramento, escolta, treinamento de condutores, logística, manutenção e envolvimento das polícias. Só não está resolvida a alta sinistralidade por conta da legislação e condição econômica, além da dimensão continental do nosso país.
Ou seja, não haverá mais sequestros por conta das apólices. Haverá é redução. Pelas medidas profissionais que as seguradoras são capazes de desenvolver, haverá mais segurança e tranquilidade. E, consequentemente, mais desenvolvimento econômico do Brasil pela atração de investimentos e profissionais estrangeiros.
Fabio Silva de Oliveira
Acredito que caso esse tipo de seguro seja permitido no Brasil, num primeiro momento a possibilidade e de que aumente o numero de sequestros, por conta de que os sequestradores possam ter sucesso em suas empreitadas, que e a de receber um determinado valor oriundo de resgates e sem a participaçao das negociaçoes pela polícia isso se tornaria mais fácil.
ResponderExcluirPorem, ao longo do tempo, esse numero de sequestros cairia, já que as seguradoras, como já fazem em outros segmentos, desenvolveriam mecanismos que dificultasse esses pagamentos e diminuissem os riscos. Tendo tambem maior controle sobre as negociações, diminuiria a corrupção que se encontra instalada nesse tipo de crime, inclusive com participações de alguns policiais, e tambem no emocional dos parentes da vitimas, que muitas vezes pagam o valor dos resgates e não informam as autoridades ou só informam depois que se finaliza a ocorrencia, por medo que algo aconteça ao sequestrado ou por estarem psicologicamente abalados.
Acredito finalmente que com todos os dipositivos de reduçao de riscos que as seguradoras criariam, a tendencia e de que os criminosos passassem a migrar para outras atividades ílicitas e com isso cairia o numero de sequestros no Brasil, tornando assim viável esse tipo de seguro.
Mário Floriano Filho
Permissão e adequação
ResponderExcluirAssim como os carros não são roubados por terem seguro, não acredito que pessoas seriam sequestradas por o terem também. Ao roubar um veículo, o bandido não o faz porque sabe que o dono possui seguro do automóvel e assim terá o seu bem restituído, mas sim porque este é o seu objetivo, não havendo qualquer preocupação sobre como o proprietário voltará para sua casa/destino, se está segurado, ou qualquer outro pensamento voltado a outra pessoa que não seja ele mesmo e à realização do ato ilícito ao qual este se propôs. Sendo assim, a permissão por lei no Brasil da comercialização deste tipo de seguro não deve aumentar o número de sequestros no Brasil, já que, o que leva uma pessoa ser alvo desta prática criminosa não consiste no fato de ter ou não seguro, mas sim de ter ou não dinheiro. Informação esta que qualquer pessoa comum pode obter através da mídia, do mercado financeiro, das grandes nomeações empresariais, etc.
Deve-se, no entanto, considerar que para a viabilização deste tipo de seguro é preciso haver adequações no que se refere à aplicação de leis mais severas aos sequestradores (que já tem o crime classificado como hediondo); bem como especificações bem fundamentadas no que se refere ao contrato de seguro; limitando a atuação das seguradoras no que diz respeito às negociações, já que trata-se de um bem muito maior do que o valor da apólice a ser paga, a vida humana.
É óbvio que a sensação de insegurança sentida pelos grandes empresários e a evidente falta de preparo de alguns policiais pode gerar discussões calorosas em torno do assunto, trazendo à tona inúmeras razões positivas e negativas para a viabilização, ou não, deste procedimento na área de seguros. Mas voltando para a questão do aumento no número de sequestros, este, não deve aumentar em função dos verdadeiros sequestradores (e nem tão pouco diminuir), o que pode haver é mais uma oportunidade para aqueles que, não respeitando o primeiro dos fundamentos do seguro, a BOA-FÉ, tentem fraudar as seguradoras simulando o próprio sequestro para receber o dinheiro da apólice. Já que infelizmente, alguns brasileiros insistem em solucionar seus problemas financeiros criando outro problema ainda pior.
Por Mary Célia Martins da Silva
A grande diferença do Brasil para os países de primeiro mundo é a má fé dos próprios segurados.
ResponderExcluirAssim como acontecem as fraudes nos seguros de veículos, residências, etc, também aconteceriam, com certeza, nos seguros para sequestros.
O problema é que nesse caso haveria muito segurado simulando ou participando de esquema para receber indevidamente o dinheiro do seguro.
Para as estatísticas, então, o número de casos de sequestros aumentaria consideravelmente.
No entanto, não acredito que os reais sequestros teriam números maiores, pois não importa para o sequestrador de onde vem o dinheiro, quando ele escolhe alguém para sequestrar ele sabe que essa pessoa tem condição de pagar o resgate. Se o dinheiro virá da seguradora não faz diferença.
Com relação ao envolvimento da seguradora na negociação eu acho que é até bom, pois a polícia do Brasil é tão mal preparada que certamente as seguradoras teriam gente melhor para cuidar dos casos.
De repente o número de sequestros verdadeiros poderia até diminuir pois os sequestradores poderiam ficar impressionados com a capacidade das seguradoras em conduzir os casos e se sentiriam mais ameaçados com relação possibilidade da sua identificação e localização.
Enfim, apesar de mantida por enquanto, essa proibição não deve durar por muito tempo, pois se essa modalidade de seguro já existe em outros paises a globalização não permitirá que ela fique longe.
Com certeza, hoje já existem muitos Brasileiros, executivos de empresas multinacionais, que já possuem esse seguro, que infelizmente acaba sendo necessário nessa sociedade cada vez mais violenta em que vivemos.
Em se tratando de Brasil, com certeza o numero de sequestros ou cirmes desta natureza, aumentariam. O primeiro motivo é esse tipo de seguro uma vez descoberto pela midia, com certeza deixaria de ser sigiloso, pois algo nesse formato despertaria a curiosidade das pessoas e a midia como um todo nao perderia a oportunidade de divulgar, tornando-o publico.
ResponderExcluirOutro motivo pelo qual o numero de sequestros aumentariam é que uma vez os sequestradores tendo o conhecimento que as pessoas tem esse tipo de seguro, o que garante de uma forma ou de outra que ele receberá o resgate, com certeza ele irá cometer o delito.
Por outro lado o fato das seguradoras auxiliarem as policias na resolução de um crime é muito positivo e com certeza caso que demoram anos para serem resolvidos, possam vir a ser desvendados de uma forma mais rapida, auxiliando assim no julgamento e na condenação dos bandidos.
O que pode ser pensado a nivel de Brasil, seria de repente atrelar esse tipo de seguro nas apolices de vida, auto, residencia e outros. Dessa forma o segurado consegue de uma forma mais sigilosa estar protegido.
Um dos medos que existe no Brasil é em relação à própria seguradora. No seguro de sequestro como é praticado no exterior, para evitar problemas óbvios de que o nome no segurado fique conhecido e isto estimule o sequestro, as apólices não tem nome do segurado e sim apenas um número. Apenas uns poucos funcionarios de extrema confiança, "underwriters" e diretores conhecem quem está segurado. Em um país em que não confiamos em nossos deputados, na nossa polícia e nos nossos juízes, que razão teria alguém para confiar em uma seguradora com sede no Brasil? A questão não é o ilegal se tornar viável. A meu ver o kidnapping and ransom insurance, ou seja seguro para o caso de sequestro e pedido de resgate (e não anti-sequestro, pois ele não previne o crime), deveria ser legalizado, mas da forma que ele é feito hoje. Permitindo que quem quiser fazer o faça direto no exterior. Que se abra uma exceção para isso, como se abriu para a comercialização de seguros sem corretor no caso de Crédito à Exportação.
ResponderExcluirSou o a favor da comercialização ampla da modalidade. Assim como quando se inventam um produto há de haver público para consumi-lo, seja lá o que for. O seguro-sequestro também o vejo como um produto.
ResponderExcluirO seguro-seqüestro é bem-vindo e não vai gerar aumento nesse tipo de crime. Não é por causa de um tipo de seguro que a criminalidade vai aumentar. E existe ainda o sigilo. Como o criminoso vai saber se a pessoa tem seguro ou não?
Já existem inclusive operadoras de cartões de crédito que incluem o seguro-seqüestro como opção, mas com valores baixos. É um tipo de cobertura que envolve muito sigilo da apólice, pelos riscos.
Se ficarmos pensando nos princípios fundamentais para um contrato perfeito para este seguro, nunca o comercializaremos, assim como não haveria seguro algum. A boa fé (honestidade) é obrigação de todos, e o valor do prêmio, que vem do mutualismo, regulará naturalmente a clientela e o futuro da modalidade. Se fosse assim não existiriam a maior parte das modalidades de seguros. Exemplo do transporte de cargas, de valores, de jóias, de espetáculos, de responsabilidade civil, etc, inclusive o de automóveis, pelos mesmos motivos que as pessoas são contra hoje pelo seguro-sequestro.
Há os que questionam se a existência do seguro não representaria a transferência de uma responsabilidade do Estado (a segurança do cidadão) para a iniciativa privada. Será? Repetindo: - Levado ao extremo o argumento de transferência de responsabilidade, poderíamos invalidar também os demais seguros, como o de saúde ou a apólice de automóvel. Sob essa ótica, aguardaríamos pacientemente na fila de um hospital público por atendimento ou à porta da delegacia para reaver o carro roubado ou furtado. No ramo de automóveis, por exemplo, em razão da atuação das seguradoras, diversas medidas de segurança passaram a ser adotadas e continuam a ser incentivadas, tendo como contrapartida a redução do preço do seguro pago pelos segurados. Ainda nesse segmento, é comum a cessão aos segurados, em regime de comodato, de rastreadores que permitem a rápida localização de um veículo roubado ou furtado.
A SUSEP autorizou a venda de seguros nos casos de extorsão mediante seqüestro, o chamado seguro-resgate. Mais do que a criação de uma proteção securitária individual, a medida abriu a possibilidade para o surgimento de um gerenciador de crise ou negociador particular especializado em lidar com esses tipos de crimes, uma função exclusiva da polícia.
O número é crescente de empresários preocupados com a própria segurança em viagens a países como a Colômbia, que é a líder mundial de seqüestro. Em seguida aparece o México, a Rússia e, em quarto, o Brasil. Na Colômbia, por exemplo, existe o seguro, mas não há o negociador de seqüestro. Ao que tudo indica, o Brasil deverá adotar um modelo parecido e muito diferente do modelo adotado pelos Estados Unidos, que possui a figura do negociador particular. o papel desse profissional no Brasil será o de auditar o seqüestro e autorizar (ou não) o pagamento do resgate."Em tese deve funcionar assim: A família paga o resgate e a seguradora reembolsa. No entanto, a decisão de devolver o dinheiro deverá passar por uma aprovação do representante da seguradora. E ele que deverá analisar se houve o seqüestro ou se é uma fraude"
Vou vender muito. (após estar de posse de minha habilitação na SUSEP)
DAVID FERNANDES DE OLIVEIRA
Aluno da Funenseg de Osasco.
Com a permissão desse seguro, talvez, não aumente e nem diminua o número de sequestros, mas sim, movimentará o mercado de segurança pessoal com oportunidades de novos negócios. Uma solução interessante é a implantação de um ship de monitoramento via satélite.
ResponderExcluirRogério Facioli
Não concordo que este tipo de seguro deverá aumentar ou reduzir o números de sequestros.
ResponderExcluirAcredito que partindo do princípio de que uma das funções do seguro é reestabelecer economicamente o segurado ou seus beneficiários, devemos atender esta demanda reprimida que por falta de opção, hoje contrata este tipo de seguro no exterior.
Sendo também de caracterísitica previdenciária, este tipo de apólice cobrirá os riscos que corremos, sendo vítimas da falta de segurança que traduz a falta de educação, entre outros fatores que fazem de nós cidadãos vítimas ou culpados.
Não podemos nos omitir e devemos cobrar do Estado as responsabilidades quanto a Segurança de todo cidadão, porém se fazemos nossa parte e e mesmo assim somos vítimas de uma sociedade extramamente violenta por isso sou a favor da contratação deste tipo de seguro.
Estamos falando de um seguro para uma classe privilegiada, pois este seguro é contratado normalmente por multinacionais que enviam executivos a países com altos índices de seqüestro, como na América Latina.
ResponderExcluirMinha opinião é que o seguro funcionaria para os seqüestradores como um incentivo, quase uma garantia de recebimento do valor pedido. O pagamento do resgate, aliás, nem sempre preserva a vida dos reféns.
Acompanhamos noticiários e está claro que não há mais faixa de risco. Aparentemente, toda a situação é de risco. Daí o medo generalizado, de tudo, de todos, em qualquer lugar. É a sensação de impotência. Com quem contar? Será que as seguradoras atenderá a classe menos previlegiada com a mesma qualidade e presteza?
Hoje sequestram as pessoas por um relógio, todo mundo vive com medo, e não vejo mudanças significativas nas leis.
Imaginem, os mexicamos aterrorizados com a elevação no número de sequestros no país, estão investindo milhares de dólares para implantar pequenos transmissores sob a pele que permitirão a satélites localiza-los em seus locais de cativeiro.
Enquanto alguns desenvolvem soluções, outros desenvolvem os problemas, e nos vivemos confiantes, com esperança, que as coisas precisam e podem melhorar.
Acredito que se esse seguro virar um produto inibirá com certeza a atuação das organizações criminosas, uma vez que, eles não querem negociar com nenhuma Cia o valor do seguro.
ResponderExcluirIsso seria muito certinho para os marginais que querem ser notícias, querem amedrontar a sociedade e não negociar com alguém que não seja a polícia, porque entendo que para estes marginais, o poder e a forma de assustar a sociedade é garantir respeito através do medo.
Eu apostaria neste seguro e mais, com muita estratégia seria a melhor forma de rastrear este tipo de infratores.
Os empresários de Marketing afirmaram e adotaram uma frase como jargão: "a propaganda é a alma do negócio" .. outro jargão, político, diz: "falem bem ou mal, mas falem de mim". Partindo desse princípio entendo que ao legalizar este segmento securitário, estaríamos chamando a atenção para uma atividade criminosa, nociva e violenta, porém, lucrativa para grupos de bandidos, que hoje se organizam, aliciando cidadãos de bem, empresários, políticos e autoridades corruptas, além de contar com a tecnologia, que se digne dizer a utilização desta que está, comprovadamente, bem a frente das autoridades.
ResponderExcluirHoje, através dos noticiários, concluo que o público alvo desse segmento está muito longe de necessitar deste amparo, pois circulam em veículos blindados, acompanhados de seguranças e, contam ainda, com vasto aparato eletrônico; mas se for necessários, terão condições financeiras de arcar com o custo deste seguro, contrários dos trabalhadores comuns, micro-empresários e até os desempregados que são reféns de uma segurança falida, propensa à sequestros-relampagos, intimidações e ameaças psicológicas; estas, mais expostas, não terão condições financeiras de contratar este seguro.
Em Direito, seja qual for a área, uma vírgula abranda uma pena. Ao invés de lagalizarmos a profissão de "Sequestrador", porque não estudarmos uma forma de evitarmoa oa sequestros?
Aumentaria bastante, pois as quadrilhas organizadas já saberiam como lidar com as seguradoras para solicitar o valor do resgate, com isso estaríamos alimentando ainda mais a criminalidade. Pois estamos falando de um país onde a corrupção é visível.
ResponderExcluirPaulo Sérgio de Carvalho Turma B1
ResponderExcluirAcredito que a liberação de comercialização deste tipo de seguro aumentaria o numero de sequestros no pais, pois com certeza haveria divulgação em midias o que proporcionaria a propagação rapida os meios criminosos. A possibilidade ou certeza de pagamento de quantias expressivas iria atrair mais criminosos para este tipo de delito. Os criminosos estão cada vez mais ousados e munidos de informações o que com certeza iria causar grandes prejuizos as seguradoras que optarem em operar neste ramo. Para os corretores de seguros seria novas oportunidades de negócios.
Isso pode aumentar a prática do crime de extorsão mediante seqüestro no Brasil.
ResponderExcluirOu seja, se o segurado for seqüestrado, quem pagará o resgate será a seguradora.
No Brasil, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) afirma que as empresas já podem inclusive negociar o seguro, embora a regulamentação do assunto ainda não esteja completa.
O seguro funcionaria para os seqüestradores como um incentivo, quase uma garantia de recebimento do valor pedido.
O pagamento do resgate, aliás, nem sempre preserva a vida dos reféns
Com certeza aumentaria, e não seria vantagem só para os criminosos,alguns familiares que gostam e tirar proveito dessas situações, também acabam em alguns casos até armando o sequestro, como já vimos alguns casos em vida real, até o próprio Segurado seria capaz de armar seu proprio sequestro, então são situações complicadas para se estudar e analisar, acredito que não daria certo.
ResponderExcluirPressuponho que o sequestrador qdo vai escolher sua vitima sabe que ela poderá pagar pelo resgate a partir de sua condição social que sempre é analisada antecipadamente.
ResponderExcluirCom a introdução deste tipo de seguro no Brasil haveria uma exposição do produto na midia, que certamente chegaria ao conhecimento da industria de sequestro, etretanto qdo o consumidor a contrata, se trata de uma questão confidencial; fazendo então uma sintese com o exposto acima, poderia haver uma diminuição do risco de sequestro pos teriamos profissionais das cias orientando os segurados para menor exposição ao risco e consequentemente trabalhando junto a policia para melhor solução dos casos em andamento.
André Martins de Souza Pereira - Turma B1
ResponderExcluirEntendo que no Brasil especificamente aumentaria com certeza a prática do crime de extorsão mediante seqüestro, pois isto é garantir o sustento de bandidos. Mas pelo que ouço falar no mercado é que a referida modalidade já até existe mas não é divulgada por certas seguradoras.
O aumento ou diminuição dos índices e criminalidade independem da existêcia de apólices de seguros garantindo pagamento de resgates. Trata-se de um problema social e de segurança pública. Além disso, as empresas que trabalham com este tipo de seguro devem desenvolver uma forma bastante específica de comercialzação deste produto não oferecendo oportunidades à indústria do crime. Creio que seja um ramo cujo sucesso depende e muito do sigilo, discrição e profissionalismo entre os envolvidos.
ResponderExcluirAtualmente temos conhecimento que sequestros ocorrem visando também pequenas quantias, ou seja, a bandidagem não escolhe sua vítima, apenas aproveita a oportunidade de lesar alguém.
Haveria um aumento da criminalidade, haja vista que o Estado não tem meios suficientes para combater o crime organizado e o alvo desse tipo de seguro é classe com mais poder aquisitivo, que hoje, mesmo com todo um aparato de segurança particular, é roubada, sequestrada com muita facilidade. Sem dúvida, iria incentivar a prática desse tipo de crime.
ResponderExcluirA comercialização desse seguro seria muito interessante para nós corretores de seguros, pois o numero de apólices aumentaria concequentemente nos favorecendo, agora para as quadrilhas mais uma modalidade de crime que facilmente seria evitado através de estratégias que com certeza deve existir por parte das Cias.
ResponderExcluirEsse seguro pode ser a solução para evitar em alguns casos, essa pratica de crime que vem nos assustando dia após dia, o que não pode ter é a divulgação muito ampla, pois isso pode se reverter nesses crimes em massa colocando a população em uma saia justa.
ResponderExcluirA Argumentaçao para os medicos, e que fazendo o Seguro RC, eles terão mais tranquilidade e segurança, para realizar o seu trabalho, pois é fundamental essa tranqulidade, para salvar vidas. O bom profissional sem duvidas, dará importancia para a sua integridade fisica, quanto dos seus pacientes. Acho que nos corretores, temos uma funçao social muito grande, na divulgaçao e conscientizaçao dessas proteçoes (Seguro), nao so para os medicos como para outras profissões liberais.
ResponderExcluirEliana Cicchino Pedro – Turma B1
ResponderExcluirTudo depende da forma que esse seguro seria demonstrado na mídia. Acredito que seria de grande valia comercializa-lo oficialmente, pois é de ciência de todos o mesmo ser comercializado através de corretores com seguradoras no exterior. Esse tipo de seguro não será adquirido por qualquer cidadão simples, e sim por executivos que tem um padrão de vida acima da media do brasileiro. Portanto, a possibilidade desses executivos serem seqüestrados diante das medidas de prevenção de segurança é maior se comparado aos cidadãos comuns, inclusive os numeros desse tipo de crime diminuiu muito, face aos números crescidos dos seqüestros relâmpagos, portanto sou a favor da comercialização desse seguro no Brasil.
Thais da Silva Lima - Turma B1 - Funenseg
ResponderExcluirAumentaria. A publicidade desse seguro pode aumentar a proliferação deste tipo de crime. Seria mais um incentivo para muitos sequestradores, que teriam a certeza do recimento do valor pedido, e mesmo assim não irá garantir a integridade dos reféns.
Quem deve tomar conta desses casos é a policia, e não acho certo transferir a responsabilidade para as seguradoras. Concordo que para qualquer risco podemos elaborar um seguro que garanta a estabilidade financeira do segurado, mas o medo não pode ser tratado como uma mercadoria.
Esse é o segundo comentário que envio, na forma de resumo, uma vez que o primeiro, feito no começo da tarde, aparentemente não encontrou seu destino no blog.Peço ao professor fazer a verificação do ocorrido.
ResponderExcluirQuanto à pergunta do trabalho, sou à princípio contra a implementação do seguro anti-sequestro, pois dada as atuais condições,no Brasil; creio que com a sua implementação, poderia aumentar o número de sequestros uma vez que daria aos criminosos especializados nesse tipo de crime, a garantia de recebimento da ação criminosa.
Hoje, essas quadrilhas tem que se preocupar com o planejamento; com a polícia, com eventuais detetives particulares, e ações de familiares e tentar despistar a todos até conseguir o produto da ação hedionda, porém , creio que o que mais impede sua intentada é a falta de certeza de que no final receberão pelo ato, pois por lei, os bens das vítimas de sequestros ficam indisponíveis, desde agora; e as quadrilhas têm que contar com a possibilidade dos bens do sequestrado estarem livres ou em total liquidez imediata, o que convenhamos; é um importante obstáculo que pode refrear em certa quantidade o número de sequestros; e, que será removido por uma eventual apólice de seguros caso se legalize e se estabeleça essa apólice no ramos de seguros, no Brasil.
José Antonio Macedo Rodrigues
Turma b-1 sala 08 Noite. Funenseg
Pâmela C. Rodrigues.
ResponderExcluirSala - 07 - Noite
Acredito que até mais do que o aumento de sequestro por si só, aumentará o número de tentiva de fraudes e isso imaginando que serão descobertas.
Vamos concordar que até o próprio corretor poderá articular de várias formas esse seguro.
Os interessados em "dar o golpe" vão começar a roubar as apólices nas corretoras para saberem quem são esses segurados, obrigarem o corretor a entrega-las, em fim, acho que deviamos cobrar segurança digna e eficaz ao orgão que de fato compete,por um fim é na corrupção da polícia e dos políticos.
Aí sim é que deveríamos trabalhar com algo tão delicado.
Em alguns casos acredito ser mais inteligente aprimorar do que criar.
Hoje o crime é organizado aqui no brasil e a policia esta tentando ser organizada porem os criminosos dão um shou, eu acho que este tipo de seguro viria para premiar o crime pois teriam clientes certos, lucros certos e muita corrupção entre os próprios segurados.
ResponderExcluirEu venderei estas apólices mesmo correndo o risco de ser acusado de participação.
Creio que esta não seja uma solução viável, pois, com certeza era capaz de aumentar sim o numero de seqüestros praticados, principalmente os denominados “Seqüestro Relâmpago”. Concordo também que haveria um numero muito grande de fraudes, bem como as tentativas.
ResponderExcluirAo saberem da existência de seguros como esses com certeza surgiria a “Indústria do Seqüestro”, e com certeza não seria poucos os casos onde pessoas sejam obrigadas inclusive a dizer o valor que esta estipulado em sua apólice, surgiria então, realmente, um mercado de seqüestros.
Infelizmente no Brasil reina a impunidade e fatalmemte, se esse seguro for legalizado as seguradoras vão ter mais problemas com Fraudes e portanto haveria um aumento de sequestros simulados. E tambem haveria um aumento nos sequestros por conta dos bandidos, pois haveria garantias por parte da Seguradora, no recebimento do valor pedido.
ResponderExcluirNa minha opinião este tipo de seguro no brasil iria aumentar e muito o numero de sequestros pois vivemos num pais onde a corupção é predominante, por outro lado venderiamos muito.
ResponderExcluirSheila Braga -Turma B 1 Funenseg
ResponderExcluirAcredito que seria reduzido, pois as Seguradoras seriam especializadas no ramo, no caso de captura elas que fariam todas as negociações, sem imprensa e infelizmente fora dos olhos de policiais corruptos. Obvio que o governo sempre deseja uma “fatia do bolo” desta forma seria viável para ambas as partes.
Há uns anos através houve o seqüestro do publicitário Washington Olivetto que ficou 53 dias em cárcere, na zona sul de São Paulo, acredito que se o mesmo tivesse contratado esta apólice seria libertado algumas horas depois, onde seria “chipado” e detectado com muita rapidez e agilidade. E, não adianta carros blindados, escoltas armadas, pois a criminalidade está à solta e com tecnologia de ponta.
Acredito que com a comercialização deste seguro, o número de sequestros seria reduzido, as Seguradoras tornariam-se especializadas no ramo, o que afastaria os criminosos para outros segmentos, assisti a uma reportagem onde foi comprovado que no crime organizado, são as mesmas quadrilhas que ora roubam cargas, ora roubam bancos, e ora sequestram.
ResponderExcluirOs criminonos tendem a cometer crimes onde possam ganhar mais dinheiro com o menor risco possível, podem perceber que quando a midia começa a falar de roubo de cargas e caminhões acontece um atrás do outro, de repente para, e aí começam a ser assaltados um banco atrás do outro, de repente também para e começa a onda de sequestros, ou seja quando tem muita midia e polícia em cima, os criminosos migram para outros segmentos "Se é que podemos dizem assim".
Ou seja já verifiquei casos onde as Seguradoras em um simples caso de sinistro de automóvel onde a indenização não passava de R$ 2.000,00 a mesma vai no local do assidente, vai na casa ou no trabalho do cliente, investiga tudo até esclarecer todas suas dúvidas, imaginem no caso de uma alta indenização no caso de sequestro até onde a Seguradora iria antes de efetuar a indenização, isso com certeza afastaria os criminosos para outros segmentos.
Jocilene Ap. S. Santiago - B1 - Norturno - Funenseg
ResponderExcluirCom certeza iria aumentar, pois é um país sem leis severa pois quem organiza a mior parte das coisas erradas estão ligadas a pessoal que tem informações.
Com a venda desta apólices, poderia está sendo formada mais quadrinha envolvendo policias, pessoas que trabalham em seguradoras e corretores.
Também acredito que irá aumentar o número de seqüestros e de fraudes tendo em vista que a corrupção no nosso País está presente em todas as classes sociais e até mesmo as pessoas como executivos de multinacionais seriam tentados a cometer fraude tendo em vista os altos valores contratados para indenizações. Alem disso, em um País onde o crime organizado reina este seguro seria um prato cheio.
ResponderExcluirAntonio de Sousa da Silva Neto – Turma B1
O seqüestro no Brasil aumentaria. Simplesmente porque no Brasil não temos sigilo. Ex: se nosso carro é roubado, com boas fé danos todos os nossos dados para o boletim de ocorrência e muitas pessoas não sabem que depois estas informações ficam ao dispor de qualquer pessoa no DETRAN.
ResponderExcluirSeria mais um produto para as quadrilhas e facções no Brasil e o pior que é sem causa.
Sou a favor que o produto seja comercializado mais não no Brasil e sim no Exterior e infelizmente com sigilo.
Angela Cicchino Seybold - B1-noturno-Funenseg
Acredito que não haveria nenhuma alteração, pois o sequestrador não gostaria de aumentar o risco, pois a negociação com profissionais contratados pela seguradora seria muito mais dificil, o sequestrado não revelaria a contratação da garantia e a seguradora por sua vez não teria nenhuma inteção de facilitar a negociação e pagar o suborno.
ResponderExcluirCreio que o público alvo para este tipo de
ResponderExcluirseguro, já é uma vítima em potencial, dada a sua condição financeira. O fato de possuir uma apólice de seguro contra sequestro não vai fazer que com que aumente o risco. As seguradoras certamente implantarão medidas adequadas para aumentar a segurança e a tranquilidade de seus clientes, pois ela só aceitará riscos calculados. Acho que deva ser legalizado no pais, porém com uma legislação que possa manter total sigilo sobre todas as operações.
OSVALDO TARIFA ORTIGOSA JR.
Os sequestros aumentariam, pois, muitas pessoas iriam querer tirar vantagem deste negócio. Imagine um empresário individado, seria um instrumento e tanto para fraude. O nosso país é o pais da impunidade.
ResponderExcluirSim aumentaria, posto que o mosso Pais já e considerado o mais violeto.E as leis são prioridades inversas.
ResponderExcluirTodos os anos aumentam o numero de seqüestrados, com as apólices de seguros referentes a esse seguimento o numero seria mais elevado, pois os bandidos teriam quase a certeza que o valor do resgate seria pago.
ResponderExcluirInfelizmente o número de sequestro se elevaria, já que uma primeira impressão é a de que a "indenização" estaria garantida por uma instituição financeira.
ResponderExcluirLuiz Claudio Menossi Labate - B1
DEFENDO A IDÉIA, DE QUE ESTARIA CONTRIBUINDO COM O AUMENTO DA CRIMINALIDADE POIS, O PAGAMENTO DO RESGATE SERIA GARANTIDO, ALÉM DE ESTAR PROPORCIONANDO A FRAUDE NO SEGURO.
ResponderExcluirNa minha opinião o numero de sequestro e crimes aumentariam absurdamente, pois os bandidos ja saberiam que de uma forma ou de outra teriam como receber o dinheiro do resgate, por isso acho uma pessima idéia esse tipo de seguro.
ResponderExcluirVanessa Sant'Ana da Costa
ResponderExcluirO número de sequestros iria aumentar muito, por um lado o sequestrador sabendo que uma pessoa possue esse tipo de seguro, ele vai investigar qual o valor, e irá exigir parte deste valor ou total como indenização, sem falar que para ele será vantajoso sequestrar uma vítima que possue este seguro, pois a valor do resgate estará garantido. Por outro lado o número de Fraude também iria aumentar muito, pelo fato de existir muitas pessoas corruptas e desleal, eles são capazes de planejar o seu próprio sequestro para receber a indenização.
O número de sequestros no Brasil iria aumentar muito
É bem dificil saber o que vai ocorrer, pois trata-se de cultura e educação do país, será que houve aumento de roubos de carros? somente por haver seguro de carro? será que se não tivesse seguro os roubos seriam em menor quantidade? ou foi criado um produto com as necessidades atuais que o mercado necessitava? acredito que sim, e que se hoje temos um seguro de sequestro é porque já existe essa necessidade dependendo do serviço prestado pode ser uma fonte de inibição. Isso sem levar em conta as fraudes que acabam existindo até mesmo em outros ramos.
ResponderExcluirAndré de Oliveira Felisberto, turma B1, disse...
ResponderExcluirE existencia de um seguro para sequestro não faria diferença para o crime, vez que atualmente os criminosos não querem saber se as pessoa sequestrada possui ou não um seguro, se o sequestrado tem um poder aquisitivo alto ou não. O que eles realmente querem é ganhar dinheiro fácil, e, enquanto os responsáveis pela segurança ficarem de braços cruzados os sequestros vão aumentar com ou sem seguro.
EU NÃO CONCORDO, POIS TEM UM CRIMINOSO COMO BENEFICIÁRIO DO SEGURO E TENHO A CERTEZA DE QUE NÃO DARIA CERTO PELO FATO DE A OCORRÊNCIA DE FRAUDE TOMAR GRANDES NUMEROS EM ESTATISTICAS, LEVANDO A COBRANÇA DE PREMIOS ELEVADISSIMOS E PERFIS DE CLIENTES RIGOROSAMENTE ESTUDADOS E INVESTIGADOS!
ResponderExcluirDETALHE..EU DIGO ISSO POIS AQUI É O "BRASIL"!!!
Vera Maria de Souza Anjolim - Turma B1
ResponderExcluirNa minha opinião aumentaria significativamente, porque assim como a polícia "acha" que se especializa, as quadrilhas estão sempre á frente e começariam a sequestrar na certeza de que classes média/alta teriam mais condições de pagar o resgate exigido, e até mesmo com mais requinte de crueldade para saber o valor do seguro.
No meu ponto de vista eu acho que aumentaria, pois quem contrataria este tipo de seguro seria grandes executivos e tendo em vista que ele possui este tipo de seguro o recebimento do resgaste para os criminosos se tornaria mais facil, tendo em vista a propria pressão da familia sobre a Seguradora para agilizar o pagamento e ter a vitima de volta.
ResponderExcluirFrancisca B Ramos Costa Funenseg, 2009 - Turma 1
ResponderExcluirCom certeza diminuiria, mas para que haja esta diminuição, após o resgate tem que se denunciar os meliantes para que não saiam impunes de ato tão doloso.
Em se tratando de BRASIL eu acho que iria aumentar ou continuar igual, mesmo pq. todos sabem da impunidade que reina nesse país. E quem iria fazer esse tipo de SEGURO seriam os magnatas e é tudo que os meliantes estavam esperando.
ResponderExcluirEm um Pais como o nosso onde impera a impunidadee com Leis antiquadas e brandas com certeza o indice de criminalidade em SEQUESTROS,aumentaria em muito, visto que o sequestrador teria a certeza do pagamento do resgate sem a intervenção Policial em preservamento do sequestrado (vitima).como consequencia os Premios para este tipo de Seguro seria muito alto e em nada contribuiria para a diminuição do CRIME DE SEQUESTROS,resumo: na certeza do recebimento do resgate e na impunidade, mesmo sendo encarado como crime EDIONDO, seria o caminho para a INDÚSTRIA DO SEQUESTRO, e até mesmo FRAUDES para levantar dinheiro fácil;(acreditem,isto existe).
ResponderExcluirGustavo R. Martins - Turma B1
ResponderExcluirSó de pensar que no Brasil a impunidade e corrupção predomina ,acredito que aumentaria o número de seqüestros uma vez que o seqüestrador teria a garantia de recebimento , isso aumentaria também a chance de fraudar, uma vez que temos em mente que a indenização é certa .
Com certeza aumentaria, o povo brasileiro é muito carente em educação, e extremamente criativo. Sabemos que os maiores indices de fraude contra o seguro é feito por cidadãos comuns. Infelizmente temos a cultura de "ganhar vantagem em tudo", e não haver punição. Levando também em consideração que as modalidades de fraude migram o tempo todo.
ResponderExcluirNa minha opnião se legalizado no Brasil, o número de sequestro não alteraria pois as pessoas que procuram esse tipo de cobertura é um grupo específico, tanto que no Brasil existe o tal "sequestro relânpago" que faz a vítima por poucas horas e força a fazer saques e compras.
ResponderExcluirTurma B1
José Gomes Filho Funenseg B1
ResponderExcluirSe o seguro for posto à disposição com discrição e com critério rigoroso de contratação, creio que ficará restrito seu acesso às pessoas com bom perfil de idoneidade, beneficiando-os e sem causar aumento da criminalidade do delito sequestro.
Como corretor de Seguros é interrante mais um produto no mercado para ser comercializado, mas como cidadão brasileiro não vejo com bons olhos.
ResponderExcluirUm pais que corre solto a corrupção e a impunidade, o banco de dados de quem adquirir esse tipo de produto sera certamente vazado e divulgado a pessoas de ma fe.Aumentando assim e direcionando os sequestros
Omar Farias Cador funenseg B1
Acredito que haverá um aumento no número de sequestros ocorridos, pois sabendo que o resgate será pago as pessoas de má fé iriam sobreviver de sequestros.
ResponderExcluirPenso que não haverá aumento de sequestros reais em razão de seguro para esta finalidade, pois o sequestrador não ficará mais ou menos pré-disposto a praticar maior numeros de delitos, afinal bandido desse tipo não vê se esse ou aquele outro tem seguro, ele simplesmente faz. Agora, é bem provável que aumente os sequestros simulados (Fraudes) que no ambito do mercado de seguros já é praticado em vários ramos.
ResponderExcluirCada dia que passa, ficamos com medo de andar em nossa cidade e até em nosso pais,quando temos uma condição de vida boa,tomamos cuidado com filhos na escola,atravessar a rua olhando para os 10 lados.(Ficamos presos)sei que e um ato ilicito como comentado nmo testo, mas se isso fosse escancarado no Brasil teriamos muito mais de 10.000 apólices.
ResponderExcluirCada dia que passa, ficamos com medo de andar em nossa cidade e até em nosso pais,quando temos uma condição de vida boa,tomamos cuidado com filhos na escola,atravessar a rua olhando para os 10 lados.(Ficamos presos)sei que e um ato ilicito como comentado nmo testo, mas se isso fosse escancarado no Brasil teriamos muito mais de 10.000 apólices. ( Orlando turma1 Osasco )
ResponderExcluirOrlando S. Santos
ResponderExcluirTurma I Osasco
Cada dia que passa, ficamos com medo de andar em nossa cidade e até em nosso pais,quando temos uma condição de vida boa,tomamos cuidado com filhos na escola,atravessar a rua olhando para os 10 lados.(Ficamos presos)sei que e um ato ilicito como comentado no texto, mas se isso fosse escancarado no Brasil teriamos muito mais de 10.000 apólices.