Por quê tanta resistência?
Na maioria dos países desenvolvidos, especialmente nos Estados Unidos, os médicos costumam contratar seguros contra as conseqüências advindas do que se convencionou chamar de "medical malpractice", ou seja, a imperfeita execução dos serviços médicos, tendo em vista o rigor implacável com que decide a Justiça desses países na condenação dos profissionais diante dos danos causados. Mesmo já havendo previsão legal, não era comum o brasileiro responsabilizar o médico pelo defeito na prestação dos seus serviços e por isso as ações em decorrência de erros médicos eram pouco usuais. Ressalte-se que o menor número de processos contra médicos não implicava e não implica em menor número de erros médicos. É consenso que as condições econômicas, sociais e culturais refletem na quantidade de erros médicos de cada país, mas por melhor que sejam essas condições, o erro profissional está presente mesmo nos grandes centros de países desenvolvidos. Hoje, a maior conscientização levou também a uma maior reivindicação por indenizações em virtude de insucessos nos tratamentos aos quais o paciente se submeta. Tais mudanças na conduta da população Brasileiras tornaram desejável que profissionais da área da saúde possuam um seguro de responsabilidade civil cobrindo estes eventuais danos. O seguro de Responsabilidade Civil Profissional prevê coberturas a Danos Corporais, Materiais e Morais causados por Médicos e Auxiliares de Medicina a terceiros em decorrência de suas atividades profissionais, responsabilizados civilmente em sentença judicial e a cobertura limita-se ao ressarcimento dos danos até o limite da quantia contratada nesta apólice. E como se apurar a responsabilidade do médico diante de um caso determinado? O fato de possuir seguro de responsabilidade civil profissional por si só caracteriza o pagamento de indenização por parte da seguradora? Não. A princípio, caberia à vítima do erro médico fazer a prova da culpa, mas o Código de Defesa do Consumidor possibilita a inversão do ônus da prova, cabendo, nessas situações, ao médico provar que não agiu com culpa. De todo modo, deve-se levar em conta que a obrigação do médico constitui uma obrigação de meio, e não de resultado, o que significa dizer que não tem ele a obrigação de curar, ou de salvar a vida do paciente, mas a de empregar todos os conhecimentos científicos ao seu alcance e empreender todos os esforços para que se possa alcançar o melhor resultado possível. Exclui-se desse princípio geral os casos de cirurgias plásticas, especialmente as embelezadoras, mais do que as reparadoras, em que as mesmas podem assumir uma conotação de compromisso ou obrigação de resultado. Imaginem uma situação onde uma cliente deseja uma cirurgia estética, por exemplo, nasal ou de mama, contratando-a com base em fotografias de uma modelo capa de revista. Estaremos diante de um campo altamente subjetivo para concluirmos se o resultado foi ou não alcançado, tendo os Tribunais encontrado grandes dificuldades para decidir esse tipo de demandas judiciais, diante de nervosas pacientes insatisfeitas com a performance de seus cirurgiões plásticos. Essa é uma das principais razões que levam as apólices destinadas aos cirurgiões plásticos serem as mais caras em relação às demais especialidades, já que representa maior risco potencial para as seguradoras. Nos EUA o erro médico é dito ser o "carro chefe" dos advogados. Em 1970 um quarto dos médicos norte-americanos já tinha sido processado e devido a isso, leis específicas nos EUA foram modificadas, estabelecendo-se um limite de U$ 500 mil para as indenizações em processos por erro médico. De acordo com o médico e também advogado que atua na área da saúde, Dr. João Benetti Junior, do escritório Gonçalves & Benetti Advogados Associados, “A implantação de um seguro médico apresenta aspectos positivos e negativos. Pode-se citar como desvantagens, a elevação dos custos dos serviços médicos, a piora da relação médico-paciente, além do estimulo à chamada indústria das indenizações por erro médico. Como vantagens, podemos citar que há uma maior tranqüilidade no trabalho por parte dos médicos e das instituições, sobretudo nas especialidades invasivas, de alta complexidade e estéticas. Além disso, independentemente da situação econômica do médico causador do dano, a indenização devida ao paciente prejudicado, em tese, estaria garantida. “Tal prática não reduz a incidência do erro médico, cujas causas são muito mais amplas e passam invariavelmente por uma formação profissional inadequada e ausência de reciclagens periódicas” acrescenta o Dr. Benetti. Apesar da histórica e tradicional resistência do cidadão brasileiro comum a qualquer tipo de seguro, não se pode tolerar imprevidência ou descaso com vidas humanas por simples medida egocêntrica ou de economia. É óbvio que uma ação sem precedentes claros não será acatada pela Justiça simplesmente porque o médico possui seguro de Responsabilidade Civil. A medicina não é uma ciência exata, mas o sucesso de determinado procedimento é notório e por isso ignora qualquer anseio de pacientes mal intencionados. Há que se premiar os bons e fazer julgar os maus profissionais pelos seus pares, afastando-os da função social de prestadores de saúde. E não será a contratação de um seguro que a influenciará na conduta de um profissional predestinado a salvar vidas.
Na maioria dos países desenvolvidos, especialmente nos Estados Unidos, os médicos costumam contratar seguros contra as conseqüências advindas do que se convencionou chamar de "medical malpractice", ou seja, a imperfeita execução dos serviços médicos, tendo em vista o rigor implacável com que decide a Justiça desses países na condenação dos profissionais diante dos danos causados. Mesmo já havendo previsão legal, não era comum o brasileiro responsabilizar o médico pelo defeito na prestação dos seus serviços e por isso as ações em decorrência de erros médicos eram pouco usuais. Ressalte-se que o menor número de processos contra médicos não implicava e não implica em menor número de erros médicos. É consenso que as condições econômicas, sociais e culturais refletem na quantidade de erros médicos de cada país, mas por melhor que sejam essas condições, o erro profissional está presente mesmo nos grandes centros de países desenvolvidos. Hoje, a maior conscientização levou também a uma maior reivindicação por indenizações em virtude de insucessos nos tratamentos aos quais o paciente se submeta. Tais mudanças na conduta da população Brasileiras tornaram desejável que profissionais da área da saúde possuam um seguro de responsabilidade civil cobrindo estes eventuais danos. O seguro de Responsabilidade Civil Profissional prevê coberturas a Danos Corporais, Materiais e Morais causados por Médicos e Auxiliares de Medicina a terceiros em decorrência de suas atividades profissionais, responsabilizados civilmente em sentença judicial e a cobertura limita-se ao ressarcimento dos danos até o limite da quantia contratada nesta apólice. E como se apurar a responsabilidade do médico diante de um caso determinado? O fato de possuir seguro de responsabilidade civil profissional por si só caracteriza o pagamento de indenização por parte da seguradora? Não. A princípio, caberia à vítima do erro médico fazer a prova da culpa, mas o Código de Defesa do Consumidor possibilita a inversão do ônus da prova, cabendo, nessas situações, ao médico provar que não agiu com culpa. De todo modo, deve-se levar em conta que a obrigação do médico constitui uma obrigação de meio, e não de resultado, o que significa dizer que não tem ele a obrigação de curar, ou de salvar a vida do paciente, mas a de empregar todos os conhecimentos científicos ao seu alcance e empreender todos os esforços para que se possa alcançar o melhor resultado possível. Exclui-se desse princípio geral os casos de cirurgias plásticas, especialmente as embelezadoras, mais do que as reparadoras, em que as mesmas podem assumir uma conotação de compromisso ou obrigação de resultado. Imaginem uma situação onde uma cliente deseja uma cirurgia estética, por exemplo, nasal ou de mama, contratando-a com base em fotografias de uma modelo capa de revista. Estaremos diante de um campo altamente subjetivo para concluirmos se o resultado foi ou não alcançado, tendo os Tribunais encontrado grandes dificuldades para decidir esse tipo de demandas judiciais, diante de nervosas pacientes insatisfeitas com a performance de seus cirurgiões plásticos. Essa é uma das principais razões que levam as apólices destinadas aos cirurgiões plásticos serem as mais caras em relação às demais especialidades, já que representa maior risco potencial para as seguradoras. Nos EUA o erro médico é dito ser o "carro chefe" dos advogados. Em 1970 um quarto dos médicos norte-americanos já tinha sido processado e devido a isso, leis específicas nos EUA foram modificadas, estabelecendo-se um limite de U$ 500 mil para as indenizações em processos por erro médico. De acordo com o médico e também advogado que atua na área da saúde, Dr. João Benetti Junior, do escritório Gonçalves & Benetti Advogados Associados, “A implantação de um seguro médico apresenta aspectos positivos e negativos. Pode-se citar como desvantagens, a elevação dos custos dos serviços médicos, a piora da relação médico-paciente, além do estimulo à chamada indústria das indenizações por erro médico. Como vantagens, podemos citar que há uma maior tranqüilidade no trabalho por parte dos médicos e das instituições, sobretudo nas especialidades invasivas, de alta complexidade e estéticas. Além disso, independentemente da situação econômica do médico causador do dano, a indenização devida ao paciente prejudicado, em tese, estaria garantida. “Tal prática não reduz a incidência do erro médico, cujas causas são muito mais amplas e passam invariavelmente por uma formação profissional inadequada e ausência de reciclagens periódicas” acrescenta o Dr. Benetti. Apesar da histórica e tradicional resistência do cidadão brasileiro comum a qualquer tipo de seguro, não se pode tolerar imprevidência ou descaso com vidas humanas por simples medida egocêntrica ou de economia. É óbvio que uma ação sem precedentes claros não será acatada pela Justiça simplesmente porque o médico possui seguro de Responsabilidade Civil. A medicina não é uma ciência exata, mas o sucesso de determinado procedimento é notório e por isso ignora qualquer anseio de pacientes mal intencionados. Há que se premiar os bons e fazer julgar os maus profissionais pelos seus pares, afastando-os da função social de prestadores de saúde. E não será a contratação de um seguro que a influenciará na conduta de um profissional predestinado a salvar vidas.
Bons e maus profissionais existiram, existem e existirão em todas as esferas de atuação na história da humanidade. A razão disso possui raízes diversas, desde a ausência de um preparo adequado até o mau caratismo do indivíduo. Características essas que podem se aliar, agravando a situação da vítima.
ResponderExcluirEn qualquer tempo e lugar o homem sabe que estar vivo já constitui em si um risco, ou seja, o de morrer.Há uma irreverente definição filosófica que afirma. O homem é o animal que, por sua consciência, "carrega um cadáver nas costas".
Quando nos submetemos a um procedimento médico,seja ele simples ou copmplexo, sabemos que a probalidade de sucesso ou fracasso depende de inúmeros fatores.
Vamos supor que o médico em questão fosse o nosso pai, ou seja, uma pessoa que nos ama, e que, alem disso, fosse considerado pelas entidades competentes e sociedade em geral como o melhor profissional da área. Se considerarmos os inúmeros fatores envolvidos, ainda assim haveria riscos...
Quanto as desvantagens:
- Aumento de Custo: Creio que não há benefício sem custos alem do mais a "negociação e poder de escolha" são instrumentos que favorecem o
paciente.
- A piora da relação médico paciente: Insisto novamente no poder de escolha e a utlização dos mecanismos de denúncia e defesa do consumidor a nossa disposição.
- Estímulo à Indústria das Indenizações por erro médico: A fiscalização deste esquema e de tantos outros existentes no Brasil é de competência política e social. Precisamos nos CONCIENTIZAR E AJUDAR A EDUCAR O POVO DESTE PAÍS...
O que tentarei argumentar com meu cliente é que o risco é inerente à intervenção cirúrgica e independe da vontade, podendo ocorrer o falecimento por "causa natural" (mesmo durante a cirurgia), ou em decorrência de algum procedimento incorreto.
ResponderExcluirConsidero os dois fatores como independentes da vontade.
Talvez com a má abordagem não está sendo focado a princípio a importância de um profissional possuir uma apólice de Responsabilidade Civil Profissional.
ResponderExcluirPois por melhor que o médico seja, ele não está livre de cometer erros ou que sua equipe cometa erros.
Um bom profissional com certeza pensará em seu futuro com cautela e entederá a importância desse tipo de seguro, tanto para sua integridade como para a integridade de seus pacientes.
A minha estratégia seria fazer com que esse cliente profissional entendesse que uma apólice de Responsabilidade Civil Profissional lhe trará cobertura caso haja algum tipo de dano causado ao cliente, o cliente terá direito a indenização referente ao dano lhe causado por esse profissional legalmente conforme consta em nosso código civil.
Regimara Gasques Paes
DA RESPONSABILIDADE CIVIL
ResponderExcluirERRO MÉDICO
I - PAra que possamos entender melhor o Instituto da Responsabilidade Civil esculpida no Código Civil vigente em nosso país é importante que se tenha a noção do que concerne aos Atos Ilícitos.
O artigo 186 do nosso Código Civil reza que:
"Aquele que por omissão voluntária, negligência ou umprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito"
II - DA OBRIGAÇÃO DE INDENIZAR
O artigo 927 do Código Civil prescreve que:
"Aquele que, por ato ilícito causar dano a outrem fica obrigado a indenizá-lo"
Assim, toda ação ou emissão voluntária lesiva ao direito enseja a idenização.
III - DA INDENIZAÇÃO
Os artigos 944 a 954 do Código Civil Brasileiro, disciplina às indenizações a ser impostas:
A indenização mede-se pela extenção do dano. Se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano.
No caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações:
- O pagamento da despesas às pessoas aquém o morto os devia, levando-se em conta a duração provável da vida da vítima;
No caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.
Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas,do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se habilitou, ou depreciação que ele sofreu. O prejudicado, se preferir, poderá exigir que a indenização seja arbitrada e paga de uma só vez.
Aplica-se ainda as penalidades supra mencionadas, no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência ou imprudência, causar a morte do paciente, agravar-le o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho.
Como ficou evidenciado, os profissionais de saúde, estão constantemente envolvidos em situações de riscos os que sujeitam às imposições da lei civil no que diz respeito ao dever de indenizar.
Assim sendo, sou do parecer que os profissionais de seguro devem abraçar essa causa e encontrar sistemas de seguros que possam dar uma maior proteção aos profissionais da área da saúde. Devem instituir o Seguro voltado especificamente aos médicos, cujo mercado está carente e demonstra ser muito promissor.
é muito importante
ResponderExcluirO Médico como um profissional, por estar lidando com vidas,que é o maior patrimônio do ser humano, não esta sujeito a cometer erros. Então digamos que para ser um profissional de verdade exige-se se ter competência, conciência, usar todos os meios possiveis e indispensáveis com o paciente.
ResponderExcluirHoje em dia são poucos os profissionais preparadissimos e todos nós temos conciência que bons e maus profissioanis existiram, mas com certeza um bom profissional preparado pensara em seu futuro com cautela e entendera a importância que é o seguro de responsabilidade civil.
Temos que nos concientizar e tentar colocar para funcionar em nosso pais.
A minha estratégia seria fazer com que esse profissional entendesse a importância do seguro e argumentar com ele que o objetivo principal do seguro de responsabilidade civil profissional é garantir sua proteção caso seja responsabilizado civilmente por ter causado danos involuntários. E um ponto importante também é que a seguradora irá pagar o valor previsto no contrato e, dependendo do plano, pode até arcar com os custos da assistência jurídica.
ResponderExcluirEssa seria a minha colocação a esse respeito.
O seguro de resonsabilidade civil geral pode assumir-se em varias modalidades, garantindo, entre outras coberturas os prejuízos resultantes da exploração de determinada atividade e do exercício de certa profissão.
ResponderExcluirNo Brasil temos tido uma mudança no perfil da população, que hoje tem buscado mais conhecimento dos seus direitos.
Bom o profissional da área da medicina, tem hoje em sua maioria uma carga horária excessiva e estressante, o que deixa o profissional passível de erro. Este seria um ponto para abordar o profissional.
Como se previnir a um processo por erro médico?
Imagine a situação dias sem trabalhar, gastos extras, etc...
Creio que o fato de o profissional pensar na proteção de sua estrutura profissional e porque não também em sua família evitando abalos desnecessários, faz com que ele fique mais aberto para aceitar este tipo de seguro.
Não imagino que haja resistência de médicos contra o seguro de responsabilidade. A questão que penso existir é que não há um produto a ser oferecido. Com credibilidade e solidez. Com clareza de cobertura e exclusões e - principalmente - independente das ações judiciais. Não conheço seguradora que ofereça esta apólice, principalmente para médicos "pessoa física". E imagino, sim, que este desinteresse das seguradoras em lançá-lo passa pelas questões de ensino e formação da mão-de-obra, das condições díspares dos hospitais e clínicas e do corporativismo do CRM que - conforme noticiado na mídia - muitas vezes deixa de punir ou reconhecer um erro médico para não abalar a credibilidade de toda a categoria. Este imbrólio resolvido, a estratégia de venda é fácil : pastinha embaixo do braço, prospectos e sebo nas canelas.
ResponderExcluirEntendo que no Brasil a resistencia em contratar este tipo de seguro se dá devido a impunidade e falta de responsabilidade de alguns profissionais na área médica. Se existe o risco de uma cirurgia ou um procedimento nao dar certo, esse tipo de seguro deveria ser contratado pelo profissional para minimizar os problemas causados por um possível erro.
ResponderExcluirAssim como em outras áreas, o risco é eminente e esta atitude seria uma forma de tratar a profissão com muito mais seriedade, porque neste caso, o Médico tem uma segurança maior de que sua profissão é muito difícil mas também é desempenhada com muita responsabilidade e que se houver qualquer erro médico, foi porque existe uma margem de erro e não incompetencia.
Minha estratégia é expandir este tipo de seguro para os médicos mais comprometidos com sua profissão e com sua ética, apresentando-lhe o seguro como uma forma de remediar caso seja necessário.
Vários motivos tem que ser levados em consideração para que o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional tenha resistência por parte dos médicos, dentre eles a falta de conhecimento da apólice de seguro, os médicos acharem que não precisam desse tipo de segurança, o corporativismo por parte dos conselhos de medicina e as punições consideradas "brandas", cabendo a justiça resolver em definitivo esses litígios.
ResponderExcluirA estratégia seria participar dos congressos médicos, mostrando a necessidade de proteção para o exercício da função, não tentando incobrir e nem incentivar os erros, mas sim reembolsar no caso de uma eventual indenização em que o segurado seja considerado culpado. Os dados estatíscos de erro médico são um exemplo de que o RC Profissional é importante para os médicos.
O brasileiro vem descobrindo que tudo e até qualquer fala num momento errado, pode gerar um "ganho extra" lançando-se de processos, principalmente a nova modalidade que é o "DANO MORAL".
ResponderExcluirA medicina no Brasil ainda é precária. Muitos são os médicos que nem se prestam ao papel de examinar decentemente. O indivíduo chega ao consultório (principamente no SUS) com uma pequena dorzinha de cabeça que está incomodando há dias e o médido simplesmente receita "aspirina" ou "neosaldina" .. depois de uma semana interna-se o mesmo paciente, que em poucos instantes é levado à óbito porque a bolha de sangue que estava em seu cérebro cresceu e estourou, sendo que se o tal médico tivesse pedido uma tomografia, acusaria o problema e os remédios pertinentes fariam efeito com rapidez.
Na minha opinião, em particular, seguro de RC não adianta para profissionais deste calibre, e sim, a classe médica deveria sofrer avaliações periódicas para que esse tipo de erro não aconteça.Se é que podemos chamar de erro, cabe mais uma negligência. Pense ! Se eu tenho seguro do meu carro, porque me preocupar em guardá-lo em estacionamento ? Se furtarem o seguro paga mesmo !!
Esta é a mentalidade do brasileiro.
Mas ... como sou corretora e tenho de vender seguro, alertaria o médico que qualquer indivíduo poderá ficar insatisfeito com a "não-cura" porque, simplesmente, o tal médico pensou que fosse dor de cabeça enquanto a doença progredia de maneira voraz, que a família, por sua vez, abriria um processo que poderia custar-lhe os bens, ou algo pior.
Imaginar que todo médico é perfeito é pura utopia.
Minha estratégia é mostrar a importância de se contratar o seguro de Responsabilidade Civil Profissional, pois a conscientização da sociedade está cada vez mais a fazer valer os seus direitos é que surge a necessidade de um instrumento de proteção a sua profissão.
ResponderExcluirBom, acredito que o 1° passo para incentivar esses médicos seria começar por suas formações por exemplo: nas faculdades existem milhares de pessoas que pretendem se dedicar em salvar vidas ou fazer outras se sentir melhor com a aparência e etc. certo?
ResponderExcluirEntão porque não começar a incentiva-los, desde no início, implantar um modo de deixa-los mais preparados com palestras sobre como funciona a Apólice de Resp. Civil Profissional.
Acredito que seria uma forma de deixa-los cienta da importância do Seguro, e mostrar que vale a pena.
Na verdade, acredito que não exista no Brasil uma resistência à contratação de seguros somente por parte da classe médica. A cultura de se contratar seguros em diversos ramos, com exceção de automóveis, ainda está em processo de evolução e, como em outros países mais desenvovidos, deverá ocorrer com o tempo uma disseminação maior desta cultura. Nosso papel, como corretores, é mostrar aos profissionais da medicina que os seguros são um meio de minimizar eventuais danos ao seu patrimônio e à sua carreira. Porém este profisional necessita de um atendimento com demonstração de grande conhecimento técnico e aprofundamento no ramo, sendo estes adquiridos com pesquisas e estatíticas relativas a cada especialidade médica do segurando abordado, instruindo-o a proteger-se de processos de diversos danos ao paciente no que tange a ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência e até impericia, mas mostrando a necessidade da segurança de uma apólice bem elaborada para àqueles acidentes que fogem ao seu controle profissional.
ResponderExcluirCreio que o nosso próprio profissionalismo será a credencial para quebrar as barreiras existentes em qualquer profissão para qualquer ramo de seguros.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirPaulo Sérgio de Carvalho - turma B1
ResponderExcluirConcientizar os médicos da importancia do seguro de responsabilidade civil é uma tarefa dificil neste pais, pois a cultura não tem histórico favoravel. A estratégia para quebrar estas barreiras desta classe devem ser voltadas a concientização principalmente em congressos, onde o assunto possa ser explorado de forma mais abrangente e eficiente, tendo como foco os prejuizos que podem ocorrer por uma falta atenção a este assunto
Nos últimos anos, os médicos têm sido alvo de processos, criminais e éticos com freqüência cada vez maior.
ResponderExcluirA Medicina é uma profissão muito visada, não somente em razão dos riscos que comporta, mas também, sobre as obrigações dos médicos.
O objetivo seria dar uma visão ampla, do ponto de vista de um médico-advogado, dos processos envolvendo responsabilidade civil, penal e ética e tentar torná-los compreensíveis.
Após breve introdução, são abordadas as causas de responsabilidade civil, responsabilidades do médico e dos planos de saúde, bem como os mecanismos de indenização.
É conveniente que os médicos tenham noções dos mecanismos jurídicos, de sua profissão, mas não devem nunca tomar iniciativas de defesa sem antes contratar uma apólice de Seguros de Responsabilidade Civil Profissional.
A questão principal aqui eh: como vender este seguro ao profissional da area médica; meus pricipais argumentos seriam:
ResponderExcluir- como em qquer exercicio profissional, o médico está sujeito a erros inerentes a sua vontade, sobretudo por sua questão humana, ou por falhas de todo um processo: equipe, histórico do paciente, instalações hospitalares;
- a população brasileira está cada dia mais consciente de seus direitos, e procura os meios legais para reinvindicálos;
André Martins de Souza Pereira - Turma B1
ResponderExcluirA pesar de ser um produto com potencial enorme de crescimento, acredito que não haja resistência por parte dos médicos e sim falta de divulgação da existência do produto que passam a conhecê-lo quando são surpreendidos por algum tipo de Ação Judicial, além do que ainda não há um ´´Interesse`` por parte das seguradoras para assumir riscos de RC Profissional no mercado brasileiro. A pouca experiência que obtive com este produto especifico identifiquei também que os médicos também são incentivados pelos Hospitais a não fazerem este tipo de seguro para que não aconteça como em determinados países em que qualquer erro médico é motivo de processo contra ele, conseqüentemente afetando a Classe Médica no Geral que se trata de uma classe muito unida. Sendo assim acredito que somente uma forte divulgação do referido produto tornaria mais atraente.
Acredito que não apenas são os médicos resistentes à contratação de seguros de responsabiidade civl. Na realidade, vivemos em uma cultura em que não se tem muita preocupação com a proteção de patrimônio adquirido. Além disso, a histórica impunidade reinante em nosso país, contribui para que as pessoas não se preocupem em reparar seus erros.
ResponderExcluirAlém disso, nos deparamos com o outro lado da moeda, onde qualquer falha cometida, seja ela no exercício de uma profissão ou no seu relacionamento social pode vir a acarretar prejuízos grandes àquele que cometeu o erro.
O primeiro argumento que devemos utilizar, em minha opinião, é o de que todos somos humanos e estamos sujeitos a falhas. Sendo assim, seria um risco muito grande deixar um patrimônio acumulado por meio de muito trabalho, muito estudo e investimento como garantia de eventuais indenizações pelas quais este profissional possa vir a ser responsabilizado. O RC profissional é um serviço que permite o exercício da profissão com uma tranquilidade maior. Há que se considerar também que o acesso à infomação atualmente é muito maior, o que aumenta o risco de questionamentos de resultados de serviços prestados.
A pergunta, tema do trabalho proposto pelo professor Carlos Eduardo, pede uma estratégia ou uma porção delas para se quebrar a resistência do profissional médico, na área da saúde, setor extremamente importante para o bem estar social, em qualquer país, em nossos dias; no que pretende aumentar a contratação de seguros de responsabilidade no exercício profissional.
ResponderExcluirColocada a questão dessa forma, poderíamos ser tentados a comparar a apólice de seguro de responsabilidade civil para os riscos envolvidos no exercício dessa profissão como algo de menor importância , se é que em matéria de seguros, existam setores de menor importância ou que mereçam ser relegados a segundo plano, em nossas vidas; pois sobretudo; visam manter o nosso patrimônio e/ou manter nossas vidas nos mesmos níveis em que vínhamos levando, antes de um eventual sinistro, seja qual for sua causa, desde que imprevista e indesejada; exceção feita ao seguro de vida, o qual será mais útil aos nossos entes queridos, herdeiros quais sejam.
Portanto, não cabe uma visão simplista.
Quero dizer que a contratação da apólice de responsabilidade, passa antes pela concientização dos riscos a que o profissional está sujeito ao exercer seu dotes técnicos do que pela ausência da simples oferta de apólices de proteção.
Acredito que o corretor de seguros, será mais eficiente, se procurar esclarecer os inúmeros riscos a que estão expostos esses profissionais da medicina, numa sociedade pluralista e cada vez mais contestadora e consciente de seus direitos básicos e também daqueles não tão indiscutíveis no relacionamento pessoal e profissional que interagem, paciente e cada vez mais; consumidor de serviços; do antigo paciente incapaz de contestar o seu "intocável" médico e quase divino benfeitor, numa leitura quase subliminar até poucos anos atrás, em se comparando com o cliente exigente, de nossos dias, sabedor de seus direitos enquanto cidadão e consumidor e que até mesmo já não pensa em se submeter a qualquer tratamento sem obter uma " segunda opinião ". Esse cliente hodierno, não deixará eventuais erros médicos impunes, portanto caso o profissional médico ainda não tenha se apercebido dessa condição de pouca tolerância, caberá ao corretor explaná-la para segurança do corpo médico e aí não encontrará resistência pela adoção em sí dessa apólice de precaução, pois é inconteste sua necessidade; a questão se restringirá à discussão das coberturas que mais convem ao perfil do profissional segurado. A venda é certa.
E; como em qualquer setor de nossas vidas profissionais; deve-se praticar o binômio inspiração X transpiração caberá apenas ao corretor bater nas portas brancas dos consultórios médicos e clínicas, para oferecer a melhor formatação de coberturas, pois se houver qualquer resistência quanto à necessidade de se resguardar no exercício da profissão, só se entenderá que por dolo ou extrema displicência do médico abordado, tal qual pode se verificar com desprezível índice, o número de pessoas proprietárias de veículos zero Km que contestam ou simplesmente pensam em dispensar uma apólice de colisão, incêndio e roubo de seu veículo, recém adquirido.
Aluno:
José Antonio Macedo Rodrigues
TURMA B-1 - NOITE. SALA 8.FUNENSEG
Bom a minha estratégia seria em dizer que apesar de todo conhecimento e ética profissional que por ele vem sendo desenvolvido os riscos existem e são eminentes, pois os históricos dizem por si mesmo e que se ele quiser correr o risco ele até pode,porem eu levaria um formulário onde consta o dia da minha visita e uma declaração que lhe foi ofertado a cobertura securitária para ele assinar, a partir dai com certeza ele ficará com uma puguinha atraz da olrelha. E o mais importante, deixaria um cartão com meus contatos dizendo que se ele mudar de idéia estarei a disposição.
ResponderExcluirSrs,
ResponderExcluirEsse Produto a Mapfre oferece para comercialização, alias é um dos melhores do mercado, com facil aceitação, custo e agregado a uma seguradora solida e competente no mercado.
Procure sua Sucursal.
Diante do exposto em minha visão comercial, não vejo dificuldades em vender este produto, pois trata-se de coberturas especificas para um ramo que por sua abrangencia humanitaria em conceder curas está muito exposto, portanto minha estratégia para reverter a resistencia desses profissionais, seria em levar alguns históricos baseados em fatos reais para que ele veja e entenda a importancia de um seguro para o consultório dele.
ResponderExcluirThais da Silva Lima - Turma B1 - Funenseg
ResponderExcluirEu abordaria dois pontos:
- A medicina é falível, e ao contratar uma apólice de Responsabilidade Civil o segurado (médico), transfere para a seguradora a obrigação de pagar as perdas e danos decorrentes de algum erro que venha a cometer, liberando-o assim, do risco de ser responsavel pelo ressarcimento dos prejuízos que causar, mantendo a integridade do seu patrimonio.
- A profissão lida diretamente na vida das pessoas, produzindo danos de maiores proporções e consequentemente mais dificeis de serem reparados. Os brasileiros estão cada vez mais conscientes de seus direitos, e ter uma apólice de Responsabilidade Civil garante a tranquilidade no trabalho.
Eliana Cicchino Pedro - Turma B1
ResponderExcluirCom base em conhecimento do produto e estatísticas levantadas junto a esfera judicial, os profissionais da área de saúde estão expostos a falhas, sendo por ação ou omissão, que podem causar danos físicos e psicológicos e a sociedade está cada vez mais exigente e conhecedora de seus direitos buscando assim valer mais suas reclamações por vezes em questões polemicas.
Pâmela C. Rodrigues.
ResponderExcluirSala - 07 - Noite.
Perante a fatos não há argumentos!
Mostraria ao meu cliente a impotância desta modalidade de Seguro.
Faria um levantamento de pesquisas relacionadas:
Número de casos de erros médicos;
Número de casos que vão a julgamento e por fim;
Quantos profissionais já foram sentenciados.
Com essa base já será possível demonstrar os pontos positivos tanto para sua segurança e tranquilidade quanto até mesmo para reforçar sua credibilidade e segurança para seus clientes.
Se o corretor for o primeiro a acreditar e confiar no que está sugerindo ao seu cliente, o negócio já estará 50% fechado.
Explicar que as pessoas estão mais informadas sobre seu direito e com mais condições de lutar por causas justas e de pleno direito.
ResponderExcluirNós sabemos que o ser humano erra inclusive os médicos apesar de todo seu preparo.
O caso é que não adianta o médico se preparar para medicina atual e esqueser o momento atual.
Hoje o risco de ser processado é bem maior que antes.
A argumentaçao para os médicos, e que fazendo o seguro, eles terão maior tranquilidade e segurança para executar o seu trabalho, que essa tranquilidade é fundamental para salvar vidas. Pois o bom profisional sem duvida dará importancia para a sua integridade e dos seus pacientes. Acho que nós corretores, temos uma funçao social muito grande na divulgação e conscientizaçao, dessas proteçoes(Seguros) não só dos médicos como para outras profissoes liberais
ResponderExcluirNa minha opinião eu acho que um bom profissional pensara em seeu futuro com cautela entendera a importancia desse tipo de seguro, tanto para seu lado como para o lado de seu paciente
ResponderExcluirSheila Braga Bispo - Turma B 1 Funenseg
ResponderExcluirÉ complicado quando tratamos de cirurgias plásticas no Brasil, já que a Medicina no país evoluiu porem tais avanços agregam segurança. Os interessados não se preocupam com o pré e pós operatório, na realidade eles querem realmente sair da mesa de cirurgia com o desejo realizado, porem o mais importante e que nos esquecemos é a segurança.
Decorrente ao grande número de cirurgias plásticas reparadoras e estética que ocorre no mundo todo, tendo o Brasil como segundo maior mercado deste segmento há uma grande busca de profissionais na área de medicina que prospecta uma carreira e lucrativa tendo em vista o sucesso dos profissionais nos EUA o maior mercado do mundo onde virou tema de mini série de televisão. Há riscos na formação desses profissionais gerando diversos casos de indenização por danos físicos ou até mesmo por morte e invalidez. O índice de sinistralidade vem aumentando gerando grandes indenizações pagas por clinicas e médicos aos seus clientes. Hoje não há uma lei que regularize essa prática de indenizações onde o profissional não garante o resultado do serviço prestado. Podemos dizer que este é um nicho de mercado para Seguradoras e Corretoras intermediando apólice de seguros e indenizações com clínicas, profissionais especializados e hospitais.
No artigo 927 do Código Civil define-“Aquele que, por ato ilícito (arts.186 e 187),causar dano a outrem,fica obrigado a repará-lo.” Ou seja os Órgãos responsáveis deveriam ter mais atenção a este mercado, e , uma das formas para mudar esta situação seria além de ter uma relação destes “mal médicos” que faltam com ética e profissionalismo, todos os interessados nas intervenções cirúrgicas deveriam assinar um contrato de responsabilidade civil a terceiros para que desta forma os médicos trabalhem com mais cautela e faça uma prestação de serviço com clareza e segurança.
Na minha opinião, devemos concientizar e orientar o Profissional de medicina quanto a importancia de um seguro com estas características, até pelo fato de que este profissional pode nunca ter ouvido falar que existe um seguro de Responsabilidade Civil Profissional, e quais são as suas coberturas.
ResponderExcluirDevemos alertar que nos dias de hoje, cada vez mais o consumidor está amparado por orgãos competentes, como Procon, Ministério publico, Juizado Especial Civel dentre outros.
A cada dia o consumidor que em uma relação Medico X Paciente e o paciente que reconhecidamente em nosso ordenamento jurídico é tido como a parte mais frágil por isso a inversão do ônus da prova compete ao Profissional de Medicina.
O consumidor está mais interado de seus direitos, e sendo assim ele (Médico)como profissional devidamente bem informado e habilitado a exercer sua função, não deve se abster de adquirir um produto desta importância, sendo que no caso de uma indenização onde ele não tenha esta segurança, ele pode estar comprometendo sua estabilidade financeira tal qual sua própria carreira proficional.
Jocilene Ap. S. Santiago - B1 - Noturno - Funenseg
ResponderExcluirEsta questão deveria ser mais abordada nos concressos e nos hospitais sob a importância da contratação deste seguro. Pois hoje com o código do consumidor, o acesso as informações são muito mais rápidas e por pequeno que seja o erro estão sujeito a grandes indezações. Então, qualquer pessoa que se especializa, cria um patrimônio está sujeito a falhar mas a também proteger tudo o que foi adquirido.
Convencer um médico a contratar um seguro de Responsabilidade Civil Profissional não se trata de uma fácil tarefa posto que, no geral, eles não veêm a importância de prevenir os erros que podem ser cometidos durante sua jornada de trabalho.
ResponderExcluirSe houver a consciência desses médicos que, ao
contratar os seguros na categoria de Responsabilidade Civil Profissionais terão menos prejuizos, com certeza, muitos estariam dispostos a aderir estes serviços. O necessário é que os benefícios deste sejam expostos com mais clareza aos contratantes.
Minha estratégia, como corretora de seguros, seria promover palestras direcionadas á profissionais da área da saúde para esclarecimento de dúvidas quanto ás vantagens da contratação do seguro e á prevenção dos riscos a que estão expostos.
Acredito que não é quebrar a resistência, mas colocar com segurança um produto que no Brasil caso o profissional realmente necessite usar sua apólice de Responsabilidade Civil Profissional, o profissional terá o respaldo total das cláusulas de sua apólice.
ResponderExcluirEstamos lidando com um profissional informado. Em geral todo médico tem uma estrutura social, cultura e financeira estabilizada.
Afinal não estamos mais na idade média que havia o cirurgião-barbeiro e nem no período de 1790-1770 a.c que se o médico causasse a morte ou lesão do paciente, por imperícia ou até má sorte, poderia ser penalizado com a amputação das mãos. Não importava se ele utilizou-se de todos os meios disponíveis, com total perícia e cumprindo rigorosamente os “procedimentos” corretos. Se o paciente viesse a falecer, o único culpado seria o médico.
Hoje a obrigação do médico com o seu juramento legal é empregar com perícia e cuidado toda sua técnica e conhecimento visando restabelecer a saúde do paciente.
Mesmo com o contrato de prestação de serviços, seja ele escrito ou verbal, os médicos se obriguem a uma prestação de serviços ampla. Para incluir um resultado positivo, suas ações não dependem somente do médico, mas a uma série de fatores externos como, por exemplo, a assepsia do local (sala de cirurgia), os medicamentos, a própria reação do paciente, etc.
Com o contrato de prestação de serviço os médicos, hospitais e clinicas, para se precaverem contra eventual ação de reparação de danos, têm firmado contrato escrito com seus pacientes, o qual traz, entre outras, uma cláusula através da qual o doente se compromete a não mover qualquer ação contra o profissional, hospital ou clinicas.
Esta cláusula seria nula, uma vez que o corpo humano é indisponível juridicamente, o contrato não é válido que tenham o Homem como objeto.
Portanto não havendo imprudência (agir com descuido), negligência (deixar de adotar as providências recomendadas) e imperícia (descumprimento de regra técnica da profissão), com a apólice de Responsabilidade Civil o médico estará amparado.
Estratégia é só oferecer um ótimo produto e lembrar que o contrato de prestação de serviços não é seguro e a lei do consumidor pode demorar mais funciona.
Angela Cicchino Seybold - B1 Noturno-Funenseg
Quero apenas reforçar o que já foi exposto pelos colegas pois a minha estratégia seria fazer parceria com CRM e entidades da classe para fazer divulgação nas faculdades, congressos...pois o nosso maior desafio para vender será conscientizar os médicos que o risco de erros existe e a ocorrência destes independe da vontade do profissional. Alem disso, temos uma população cada vez mais informada e consciente dos seus direitos por isso a argumentação seria refroçada com a exposição de casos reais para que os médicos tomem ciencia que um erro pode ser catastrófico para sua carreira profissional por isso justifica-se a necessidade do seguro de RC.
ResponderExcluirAntonio de Sousa da Silva Neto - Turma B1
Minha estratégia seria a de demonstrar, através de números a quantidade de médicos que são alvos de processos de reparação cível.
ResponderExcluirO Profissional da área de medicina deve estar preparado para se deparar com diversas situações onde, apesar de todo conhecimento técnico adquirido em anos de experiência, se pode errar.
Daí a importância do Seguros de Responsabilidade Civil, creio que esta resistência inicial deve ser relevada a segundo plano, pois um profissional que preza pelos seus clientes deve estar sempre preparado para qualquer eventualidade, ademais, é segurança profissional e financeira que estará sendo protegida.
Minha estratégia seria apresentação de palestras nos CRM e Hospitais concientizando que a garantia de indenização em caso de falha e condenação após transitado e julgado, trata-se de uma prevenção, já que a contratação não é divulgada, é sigilosa e não existe a necessidade de informar no inicio de um processo que existe uma apólice que garanta o ressarcimento ou incentive os pacientes a entrarem com um processo, e sim para garantir que não sejam penhorados outros bens ou sejam colocados a venda para pagamento de uma indenização.
ResponderExcluirHoje minha estratégia seria entender muito bem sobre esta apólice de seguro, depois fazer um levantamento sobre os casos que ocorreram e suas consequências e mediante a estas informações, procuraria estreitar relacionamento com as entidades da classe ( associação médica ) para que como corretor especializado nesta apólice possa apresentar o produto e a tranquilidade da contratação. Estando junto com eles teriamos muita chance de sucesso.
ResponderExcluirResponsbilidade Civil e uma palavra no brasil vem cada vez abtendo amplo conhecimento sobre assunto, hoje quando se expõem sobre seguro com um Medico, vem sempre um cuidado muito especial em não passar a preocupação em errar, mas simprevinir contra o futuro. caso já existentes.
ResponderExcluirAnalisando o mercado se cria um conjunto de estratégias para explorá-la.
ResponderExcluirPois se faz necessário a presença de médicos que necessitam atingir melhores resultados no tratamento dos seus pacientes, o que significa um médico mais responsável que procura a perfeição a todo o momento.
A estratégia, não só para a classe médica, mas para todos os ramos de seguros é a de conhecer as necessidades do segurado para assim poder apresentar e argumentar sobre o custo - beneficio de um seguro de RC Profissional.
ResponderExcluirLuiz Claudio Menossi Labate - B1
Sabendo que hoje em dia muitos erros são cometidos e que as pessoas já estão se conscientizando e perdendo o medo de procurar a justiça para solucionar seus problemas assim como nos EUA, onde os americanos são instruidos e educados para irem atrás de seus direitos, processando erros dos profissionais. Então a estratégia seria conscientizar o profissional médico em relação a essa nova realidade e que fazer o seguro não se trata de "assinar" um atestado contra a sua competência e sim para garantir ao seu paciente e a ele mesmo uma maior segurança e credibilidade, pois como o artigo mesmo diz: a medicina não é exata e erros podem acontecer.E que seu patrimônio conquistado em anos de trabalho pode estar em risco!e se o profissional não se atentar para a responsabilidade em ter o seguro de r.c, corre sérios riscos com o futuro de sua profissão e continuação de exercer suas funções.
ResponderExcluirIngrid Moraes Bello- Funenseg- t: B1
PRIMEIRAMENTE, ANTES DE CONVERCER O PROFISSIONAL DA IMPORTANCIA DO SEGURO DE RC PROFISSIONAL, O CONSCIENTIZAREI, COMO ADVOGADA, A SE PREVINIR CONTRA A "FÁBRICA DE INDENIZAÇÕES" QUE VIROU AS VARAS CIVEIS DA JUSTIÇA BRASILEIRA. ORIENTANDO-O A FAZER UM CONTRATO JUNTO AO SEU PACIENTE, EM QUE ESPECIFIQUE A QUE PROBABILIDADE EM PORCENTAGEM TERÁ TAL PROCEDIMENTO DE SUCESSO. POIS, PARTIMOS DO PRINCÍPIO DE QUE EMBORA O MÉDICO TENHA O RC PROFISSIONAL PARA ASSEGURÁ-LO, ELE JAMAIS VAI QUERER MANCHAR A SUA REPUTAÇÃO COMO PROFISSIONAL POIS MUITOS DESTES VIVEM DO SEU SUCESSO PROFISSIONAL E SUA MAIOR PROPAGANDA SÃO OS PRÓPRIOS PACIENTES. E QDO HÁ UM CONTRATO, AMBAS AS PARTES SE ASSEGURAM, TUDO DEVE SER ESCLARECIDO ANTES DE ENFRENTAR UMA SALA DE CIRURGIA. POSTERIORMENTE, CLARO QUE É DE SUMA IMPORTANCIA O RC PROFISSIONAL, POIS NINGUÉM ESTÁ LIVRE DE UMA SITUAÇÃO ADVERSA DO ESPERADO, OU ATÉ MESMO DE ERRAR PELO SIMPLES FATO DE SER UM HUMANO.
ResponderExcluirNa minha opinião, os erros médicos acontecem constantemente, e atraves disso vem os processos.
ResponderExcluirEntão diante deste problema os médicos deveriam ter consciencia que errar é humano e pensar também no lado do paciente que não tem culpa desse erro.
Para solucionar este problema, deveriam expor mais o Seguro de RC em hospitais, clinicas, laboratorios, e etc...
Assim quem sabe diminui o numero de erros medicos.
Vanessa Sant'Ana da Costa
ResponderExcluirTodas as pessoas comentem erros independente de sua profissão, os médicos reconhece o tamanho de da responsabilidade em suas mãos, qualquer falha, poderá levar uma pessoa à morte, sabendo que este é um erro que lhe poderá trazer-lhe consequências garvíssimas, como processos, afastamento de cargo, ou até perder o direito de atuar em sua profissão, profissão está que lhe custou tanto esforço, sacrifício, dedicação,etc., pensando em todas essas consequências ele irá avaliar a importância de ter um Seguro de Responsabilidade Civil Profissional e irá contratar.
André de Oliveira Felisberto, turma B1 disse.....Concordo com os comentarios do Dr. Benetti, no RC erro medico possui um lado positivo e tambem há pontos negativos, pois apesar de trazer tranquilidade aos profissionais da medicina, não podemos esquecer dos aproveitadores que muitas, ao decobrir que o médico possui seguro para erro médico, acaba fraldando a insatisfação apenas para receber a possível indenização.
ResponderExcluirAndré de Oliveira Felisberto, turma B1, disse...
ResponderExcluirAcredito que um dos modos mais eficazes de quebrar a resistência dos médicos é demontrar a importância de se adiquirir um seguros em que no caso de um possível erro médico, o profissional da medicina pode continuar trabalhando com tranquilidade pois não terá nenhum prejuizo financeiro.
RICARDO BORGES DA CRUZ
ResponderExcluirO PRIMEIRO PASSO PARA TENTAR QUEBRAR ESSA RESISTÊNCIA POR PARTE DESSSES PROFISSIONAIS DE MEDICINA É FAZER COM QUE A INFORMAÇÃO DE QUE EXISTE SEGURO PARA TAL FIM( RC PROFISSIONAL) CHUEGUE ATÉ O CONHECIMENTO DELE.
SEGUNDO PASSO É FAZER COM QUE ELE ENTENDA, O CUSTO DISSO E O BENEFÍCIO DISSO, REFERENTE A CARREIRA E REPUTAÇÃO E O LADO FINANCEIRO DELE, AFINAL ELE NÃO ESTUDOU TANTO TEMPO PARA SER ARRUINADO POR UM ERRO QUE TODOS, INDEPENDENTE DA AREA QUE ESTEJAM, ESTÃO SUJEITOS.
PESQUISARIA E MOSTRARIA A ELE, DIVERSOS CASOS DE ERROS MÉDICOS INCLUSIVE OS QUE ENVOLVIAM MÉDICOS COM RC PROFISSIONAL E OS QUE NÃO TINHAM...
FARIA ELE REPENSAR EM TUDO QUE ELE CONQUISTOU COMO MÉDICO, E TUDO QUE ELE TERIA QUE ABRIR MÃO POR CONTA DE UMA INDENIZAÇÃO QUE TERIA QUE PAGAR...
QUERO VER SE ELE NÃO IA PENSAR DUAS VEZES ANTES DE DIZER NÃO PARA MIM, SE ESTIVESSE OFERECENDO O RC PRA ELE!
DEPOIS É SÓ DAR O FECHAMENTO!
No meu ponto de vista não acho que tenha muita resistência e sim uma falta de divulgação deste produto no Brasil por parte das Seguradoras, mas mesmo assim adotaria uma estrategia de fazer palestras em hospital para concientização dos médicos as riscos que estão expostos por suas profissões e que estes riscos são imprevisiveis e independem de suas vontades e expor a eles que muitas vezes seus patrimonios estão expostos aos risco de sua profissão.
ResponderExcluirPois errar é humano mas muitas vezes o paciente não observa por este lado e aproveita de certas situações para tirar proveito para si proprio e tendo o médico uma apólice de RC Profissional podera exerce sua profissão com mais tranquilidade, nao expondo seu patrimonio a risco e nem causar danos aos seus familiares.
Neste caso,deveremos fazer com que o Profissional da Saúde, tenha o conhecimento de quanto é importante o Seguro de Responsabilidade Civil, visto que foi criado para a sua segurança em casos de Indenizações, sabendo que o povo Brasileiro está melhor informado de seus direitos quanto a erros Médicos mesmo porque existem pessoas querendo tirar proveito de tal situação usando a conhecida ¨"LEI DE GERSON", sendo assim, isenta-o de Indenizações, deixando tal responsabilidade para a Seguradora, como consequencia tendo tempo hábil para reciclar e melhorar a sua Profissão. Conclusão é um Custo Beneficio da sua tranquilidade inerente à sua Profissão.(nem tão caro assim).
ResponderExcluirFrancisca B. Ramos Costa/Funenseg,2009, Turma B1
ResponderExcluirO qe deve ser feito é informar, informar, assim como os laboraórios possuem propagandistas, as Seguradoras devem colocar propagandistas nos consultórios, entregando panfletos, falando sobre os produtos, oferecendo bonificações. É assim que os laboratórios fazem, com a informação ai os consumidores adquirem os produtos onde desejarem, em nossas Corretoras.
A melhor maneira é divulgando o produto pra ficar mais fácil a comercialização do mesmo, uma vez que esse seguro ainda é novidade para os profissionais da área. Então a melhor maneira é colocar profissionais e treina-los para essa modalidade de seguro. E em que caso do profissional já ter esse seguro ele estará amparado pela apólice caso aconteça esse erro ou equívoco.
ResponderExcluirGustavo R. Martins - turma B1 -
ResponderExcluirAcredito que não tenha tanta resistência , mas sim falta de divulgação .Minha estratégia seria simples e objetiva, deixando claro a importância do RC Profissional para sua proteção( pois todos estamos sujeitos a erros),e sabendo que hoje o paciente que se sinta lesado ,está amparado por orgãos competentes e vai atrás de seus direitos ,imagino que a carreira desse médico estaria em risco,sabendo-se disso teria mais tranquilidade e segurança para executar seu trabalho.
Verificamos em todas as pesquisas sobre o mercado securitário que o Brasil ainda está gatinhando, é nítido que o seguro de automóvel e residência sejam os mais cotados e conhecidos. A informação parte de quem as possui, e esse é o trabalho do consultor de seguros. Também acredito que o problema da classe médica não seja a resistência e sim a falta de conhecimento e divulgação. Minha estratégia seria mostrar os benefícios e principalmente evidenciar a tranquilidade que o médico precisa desenvolver um trabalho de tanta responsabilidade que é mexer com a vida humana.
ResponderExcluirRicardo Borges
ResponderExcluirmeus contatos
(11)3493-3446
(11)7602-5766
e-mail - MSN montmoriacorretora@hotmail.com
o curso está acabandp, mas mantenham sempre o contato, pois vamos precisar um dos outros..
Assim como todos os seguros de responsabilidade civil, nesse caso específico de responsabilidade civil profissional, devido a cultura do nosso povo demos muito mais importancia para danos materias e não para danos corporais e morais, devido a isso encontramos ainda muita resistência para esse tipo de seguros.
ResponderExcluirNa minha opnião para que isso mude,teremos que mostrar a importância desse seguro para os médicos e para todos os profissionais no sentido que a nossa formação e a facildade de acesso a informações leve as pessoas que sofram danos procurar os seus direitos, e com a cobertura adequada os profissionais estarão resguardados.
José Gomes Filho Funenseg turma B1
ResponderExcluirCreio que a abordagem inicial deve ser feita junto aos órgãos representativos da classe, tanto os nacionais, como o Conselho Federal de Medicina, os Conselhos Regionais e as sociedades médicas que envolvam especialidades cirúrgicas, num primeiro momento. A partir daí é importante estar presente nos eventos médicos dessas especialidades a serem selecionadas, através de stands com material de divulgação e de seminários profissionalalistas em seguro de responsabilidade civil profissional.
A minha estratégia seria fazer com que esse cliente( pessoa fisica ou juridica) entendesse que uma apólice de Responsabilidade Civil Profissional lhe trará cobertura caso haja algum tipo de dano causado ao cliente dele ( terceiro), e este terá direito a indenização referente ao dano causado por esse profissional legalmente conforme consta em nosso código civil.
ResponderExcluirOmar Farias Cador turma b1
Vejo que esta questão é não apenas cultural, mas também de concientização da importancia da contratação de um seguro de RC Profissional. Existe também o fato da falta de divulgação deste produto e do conhecimento e clareza de seus benefícios. Não acredito que a contratação deste seguro por parte dos médicos os deixarão menos compromissados na questão de um bom atendimento ao paciente. Um questao que pode ser feita por parte dos médicos é ter um contrato entre as partes envolvidas no caso de cirurgias e procedimentos mais complexos. Do lado da seguradora é essencial que o seguro de RC seja claro e não interfira nas práticas medicas, não excluindo condutas médicas de forma a prejudicar o terceiro (paciente).
ResponderExcluirAo
ResponderExcluirwww.montmoriacorretora.com
Fábio S. de Oliveira
ResponderExcluirFunenseg - Osasco Turma I
No meu modo de pensar especialmente a área médica, tem resistência a este tipo de seguro, por "pensar" que são "especialistas ao extremo", e por acharem que possuem um conhecimento muito maior do que a maioria da população brasileira e infelizmente por saberem que temos uma justiça muito lenta...